Então é Natal.

Nesta época do ano é comum aflorar o sentimento de solidariedade, afinal é Natal.
É a data mais importate do calendário cristão, celebra o nascimento do Cristo, um momento de reflexão, como se tivéssemos apenas esta data no ano para nos arrepender dos erros cometidos durante o ano todo.
Época de reunir a família e celebrar uma nova fase que, esperamos seja ainda melhor. Até os parentes mais distantes resolvem aparecer para esta celebração.
Fazemos festa, “juntamos as panelas” para uma ceia suntuosa, bebemos, cantamos e até oramos. É verdade muitas famílias ainda mantém o hábito da oração como agradecimento a mesa farta e a reunião de familiares e amigos. Mas, em muitos casos, a celebração parece girar mais em torno da festança e dos simbolos comerciais que permeiam esta cerimônia do que necessariamente pelo real sentido do Natal.

Mas qual o real sentido do natal?
Há aproximadamente dois mil anos nascia um homem que foi capaz de mudar todo o pensamento religioso de muitas pessoas de sua época, este Espírito Iluminado falava de um amor maior que unia os seres deste mundo à um Ser Superior através de um Espírito Santo Divino.
Jesus Cristo, Emmanuel, O Mensageiro, Rei dos Reis, não lhe faltam formas de referenciar, afinal, trouxe aos homens uma mensagem de amor, luz e paz que eles nunca haviam tido daquela forma.
O Nazareno falou aos pobres e ricos, curou os enfermos, ajudou os necessitados, converteus os incrédulos, tudo isso com a arma mais poderosa que se possam ter inventado, A FÉ.
Em sua professão da palavra, Ele sempre pregou  que se tivermos fé seremos capazes de mover montanhas e comandar até as marés mais raivosas e as tempestades mais castigadoras. Esta fé deve ser em algo intangível as nossas mãos estando somente em nossa alma. A arte de viver da fé só não se sabe fé em quê. A fé em Deus Pai, no Todo Poderoso e, principalmente, na Santíssima Trindade, O Pai, O Filho e O Espírito Santo.
O verdadeiro sentido do Natal deveria continuar sendo esta mesma mensagem, mas é muito comum que as reuniões familiares virem apenas um motivo para a celebrar apenas os símbolos capitalistas desta época.
Perus, panetones, árvores enfeitadas, trocas de presentes e outras coisas que parecem preocupar mais que o amor, a união, a paz e a celebração do espírito de forma mais sagrada.
Na verdade esta celebração do espírito a cada dia se torna apenas pretexto simples para que as reuniões aconteçam, o foco continua na festa abastada. Tudo bem se alguém me disser que esta festa traga este sentido, pois “Quando estiverem dois ou mais reunidos em meu nome, ali estarei.”(Mt 18, 20), só que muitas daz vezes esta reunião não acontece para celebrar realmente seu nome, apenas uma vaga lembrança ocorre.
Não sou radical neste pensamento, mas acho que em muitos casos realmente deixamos de lado de celebrar o nascimento de um Homem que nos demonstrou do que o amor é capaz. Um Ser Superior que viveu na humildade e pregou isso como uma das maiores irtudes que um homem pode ter.
Celebre o Natal a sua maneira, mas antes de mais nada celebre o amor de forma intensa, a humildade no coração e a paz como a mior riqueza de uma nação.
Afinal é Natal.

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