O MELHOR GINECOLOGISTA

Foto: Reprodução WEB

Esta semana uma matéria que está estampando os noticiários é o da família que realizou um procedimento de inseminação artificial e queria ter no máximo dois filhos mas, por obra do destino, acabaram tendo três meninas. Porém para a surpresa de muitos o pai da criança disse que levaria para casa apenas duas meninas, e, por uma escolha absurda, deixaria a terceira que estava com problemas de saúde.
A justiça retirou a guarda das crianças do casal e tempo depois entraram com processo para que pudessem ter a de volta a guarda das filhas.
Confira toda a matéria clicando AQUI

Assistindo estas matérias lembrei de um e-mail que recebi com o texto abaixo e que merece uma profunda reflexão.

Este deveria ser chamado de o melhor ser humano…

Uma mulher chega apavorada  no consultório de seu ginecologista e diz:

– Doutor, o senhor terá  que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não  completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em  tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande
entre um e outro…

O médico então perguntou:
– Muito bem. O que a senhora quer que eu  faça?

A mulher respondeu:
– Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico  então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para  a mulher:
– Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o  médico aceitaria seu pedido.

Ele então completou:
– Veja bem minha  senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão  curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços.
Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco…

A  mulher apavorou-se e disse:
– Não doutor! Que horror! Matar um criança  é um crime.

– Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida  disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico  sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição  surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre  matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva  no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

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