A Deliranta Presidenta!

Agora, o Diário Oficial da União adotou o vocábulo presidenta nos atos e despachos iniciais de Dilma Rousseff. As feministas do governo gostam de presidenta e as conservadoras (maioria) preferem presidente, já adotado por jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão.
Na verdade, a ordem partiu diretamente de Dilma: ela quer ser chamada de Presidenta, e  ponto final. Por oportuno, vou dar conhecimento a vocês de um texto sobre esse assunto e que foi enviado pelo leitor Hélio Fontes, de Santa Catarina, intitulado: “OLHA A VERNÁCULA!”. Vejam:
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante; o de pedir é pedinte; o de cantar é cantante; o de existir é existente e o de mendigar é mendicante.
Qual é o particípio ativo do verbo ser? É ente! Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, temos que adicionar à raiz verbal os sufixos “ante”, “ente” ou “inte”. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha. Diz-se capela ardente, e não capela “ardenta”; estudante, e não “estudanta”;  adolescente, e não “adolescenta”; paciente, e   não “pacienta”.
                                                           
Um bom exemplo seria: “A presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter se tornado eleganta por ter sido eleita representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta, dentre tantas outras atitudes barbarizantas, não tem o direito de violentar a língua portuguesa apenas para ficar contenta.”

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